A autoestima é uma questão física ou mental? Como se sentir melhor?

Quando falamos em saúde mental, muitas dúvidas surgem, como se a autoestima é uma questão física, como a depressão, ou mental e causada pelo ambiente, como a tristeza, por exemplo.

Será que os psicólogos já sabem responder o que interfere mais na forma como nos enxergamos? Será que existem soluções práticas para ter mais autoestima? Confira no texto de hoje o que separamos sobre o assunto!

 

Será que a autoestima é uma questão física?

 

Sabemos que a depressão é uma doença que, fisicamente, nos faz ter sensações desagradáveis sobre a vida e nos deixa emocionalmente enfraquecidos. Mas e a autoestima, será que também pode ser prejudicada por causa de hormônios, ou seja, ser puramente física e tratável com medicamentos?

Na realidade, nem mesmo a depressão pode ser definida como um problema puramente emocional. Se entendermos melhor nosso cérebro e nossas emoções, precisamos pensar em alguns fatos:

 

  • Nada pode ser considerado apenas emocional. Se estamos ligados ao nosso cérebro, nossas emoções também estão, por isso, qualquer distúrbio mental tem relação com o físico.

 

  • Mesmo que o problema de autoestima esteja inicialmente relacionada com padrões ruins que colocaram sobre nós ou fatores externos, a falta de certos hormônios como a serotonina pode aumentar mais ainda a sensação de mal-estar em relação ao que somos.

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  • Portanto, a conclusão mais aceita pelos psicólogos é que exista uma combinação de fatores causando problemas de autoestima, como ambientais, físicos, hormonais e emocionais. Todos eles juntos podem fazer com que alguém se veja de forma negativa ou positiva.

 

Como melhorar a autoestima?

 

Se a autoestima é uma questão física e mental, como melhorá-la a ponto de fazer com que a vida fique mais leve e mais feliz? Essa não é uma resposta muito simples, mas separamos algumas dicas bacanas que podem ajudar:

 

  • Sempre que achar necessário, converse com um psicólogo. Existem casos e casos de problemas de autoestima e alguns podem ser realmente debilitantes e causar excesso de timidez, fobia social e depressão.

 

  • Faça exercícios que trabalhem o físico e o emocional ao mesmo tempo, como é o caso do Pilates. Eles ajudam a deixar a autoestima mais elevada e promovem mais bem-estar de uma forma geral. É válido que os exercícios sejam constantes, pelo menos duas vezes por semana.

 

  • Procure fazer um exercício de autoavaliação verdadeiro. Será que seus padrões de expectativa consigo mesmo não estão distorcidos? Talvez não seria o caso de reavaliar seus julgamentos e se dar uma chance de pensar melhor sobre o que acha de você mesmo? Esse exercício é sempre aconselhável, mesmo quando a falta de autoestima não esteja incomodando a vida social – ainda.

 

  • Veja se os seus critérios para julgamentos negativos não estão pautados no que pessoas falaram no passado, como os pais, por exemplo. Quando criança, temos a noção de realidade alterada e alguns comentários inocentes podem ter peso maior quando não há maturidade para processá-los.

 

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