Mal de parkinson + Pilates

 

O Dia Nacional do Parkisoniano, em 4 de abril, é uma forma de conscientizar a população e orientar familiares para a doença de Parkinson, uma patologia que não tem cura e é uma das mais comuns em idosos, principalmente acima de 65 anos, acometendo cerca de 1% dessa população.

Ao se deparar com um familiar com a doença, muitas pessoas não sabem como lidar ou o que fazer para melhorar a qualidade de vida do Parkinsoniano. Diante dessa dificuldade o Pilates pode ser um grande aliado do tratamento, juntamente com o trabalho de médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas e psicólogos. Confira de que forma o método pode ajudar você ou o seu familiar.

O método Pilates na luta contra a doença de Parkinson

A pessoa com doença de Parkinson, também conhecida como mal de Parkinson, possui características bem marcantes como as mãos trêmulas e a postura inclinada, mas o problema vai muito além disso. Por ter causa neurológica, afeta o equilíbrio e a coordenação motora, trazendo ainda distúrbios na fala e na escrita. Porém, apesar de afetar a parte neurológica, não atinge a memória e nem a capacidade intelectual, diferente do mal de Alzheimer.

A doença de Parkinson surge após a degeneração de células de uma parte do cérebro que controla a postura, a manutenção do tônus muscular e a coordenação dos movimentos. Essas células produzem dopamina mas, com o aparecimento da doença, a produção dessa substância acaba diminuindo, o que afeta diretamente os movimentos do paciente.

Classificada em 1817 pelo médico inglês Joseph Parkinson, ainda hoje não se sabe a causa e nem a cura da doença, apenas que ela pode ser progressiva, dependendo de cada pessoa. Por isso é muito importante iniciar o tratamento assim que o diagnóstico estiver definido e se manter sempre ativo para que os sintomas sejam combatidos e a progressão do problema diminua.

O Pilates pode ser praticado por todas as idades e é ideal para combater as doenças típicas da terceira idade, o que garante a segurança do portador de Parkinson dentro do estúdio, além de evitar o risco de lesões. É preferível que ele pratique sempre o método com aparelhos, e não o Pilates solo, por dar mais estabilidade e facilitar a execução dos exercícios.

O Pilates oferece alongamentos de diversos grupos musculares, auxiliando o aluno a ter mais flexibilidade, principalmente da coluna. Isso tende a ajudar muito nas caminhadas ou nas atividades do dia a dia, já que os exercícios podem simular atos do cotidiano como levantar da cama ou pegar algo em uma prateleira, dando mais liberdade e independência ao portador.

As aulas também contribuem para diminuir os riscos e sintomas de depressão – doença que também pode acometer os portadores de Parkinson, já que favorecerem a produção de substâncias do bem-estar. A independência também contribui nesse aspecto, melhorando a autoestima do aluno.

Durante a aula, o paciente trabalhará bastante a sua respiração ajudando a expandir a caixa torácica. Esse exercício é indicado para quem tem a doença por conta da postura adotada – o que leva o portador a ter uma respiração cada vez mais difícil.

Quem pratica Pilates costuma sentir melhora a partir de um mês e meio, em média. Para o portador de Parkinson, essa evolução pode acontecer neste mesmo período, variando de pessoa para pessoa. Os primeiros sinais de melhoria poderão ser notados na forma de andar, no equilíbrio, na força muscular e no alongamento da musculatura rígida.

A Pure Pilates possui estúdios em Osasco e Alphaville e está à sua disposição para atender pacientes com doença de Parkison. Nossa equipe fará uma avaliação minuciosa da condição do paciente para indicar os melhores exercícios e melhorar a qualidade de vida do aluno.

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