Pilates no tratamento da paralisia causada pela poliomielite

A poliomielite é uma doença transmitida por um vírus que atinge o cérebro e pode levar à paralisia total ou parcial de um dos membros, principalmente os inferiores. Para proporcionar melhor qualidade de vida a quem sofre com as sequelas da doença, o Pilates se mostra um grande aliado no tratamento. Quer saber mais? Continue a leitura!

O que é a poliomielite?

O vírus da poliomielite, o pólio vírus, ao entrar em contato com o indivíduo, se multiplica na garganta ou nos intestinos e entra no organismo chegando à corrente sanguínea. A partir daí ele pode atingir o sistema nervoso causando muitas sequelas, até mesmo a morte.

Muito conhecida como paralisia infantil, a poliomielite também pode atingir adultos, mas é mais comum em crianças menores de quatro anos. Pessoas com imunidade baixa, como portadores de HIV, mulheres grávidas e idosos também são mais suscetíveis à doença.

Atualmente a doença está praticamente erradicada no Brasil graças à forte campanha de vacinação anual com foco nas crianças. De acordo com o Ministério da Saúde, o último caso registrado aconteceu em 1989, na Paraíba. Porém, o vírus ainda existe em países como África e Ásia.

Além da paralisia total ou parcial dos membros, a pessoa infectada pelo vírus também pode desenvolver a síndrome pós-pólio, uma desordem neurológica que pode agravar as sequelas que o paciente já possui ou fazer com que perca as funções musculares que até então estavam estabilizadas. Ela acomete geralmente pessoas na faixa de 40 anos que foram infectadas há pelo menos 15 anos.

Como o Pilates pode contribuir com quem teve paralisia?

Apesar de ser uma doença praticamente erradicada no Brasil, hoje existem muitas pessoas vivendo com as sequelas da poliomielite e que necessitam de tratamento para obter melhor qualidade de vida. É aí que entra o Pilates como aliado. Como a atividade trabalha os músculos, o equilíbrio e o sistema sensorial, as aulas acabam ajudando os pacientes a terem mais força muscular e reflexo – funções que diminuem ou se perdem com a doença.

O ideal é que a pessoa que teve paralisia de algum membro realize as aulas em um estúdio com aparelhos, e não aulas de mat pilates. Os aparelhos permitem facilitar ou dificultar o exercício, dependendo da limitação do aluno, e podem ser adaptados para cada caso. As molas permitem aumentar ou reduzir o esforço aplicado aos exercícios e os acessórios ajudam a diversificar a aula, de acordo com a necessidade de cada pessoa. A personalização do tratamento traz resultados ainda mais satisfatórios.

O fortalecimento do tronco é um dos benefícios do Pilates e contribui para dar mais independência ao paciente. Exercícios para fortalecer o power house, o centro de força do corpo, também ajudam a dar mais estabilidade.  Com isso há aumento da autoestima e da confiança, já que o aluno consegue melhorar a execução das atividades do dia a dia. Já é comprovado que o Pilates ajuda a diminuir as dores musculares – problema comum em quem teve paralisia e que pode ser contornado com os exercícios.

Não há contra-indicação para a prática do Pilates nos casos em pessoas com paralisia. O estúdio Pure Pilates está à sua disposição para atender esses casos, além de outros problemas causados por vários tipos de doenças.

Para tirar as suas dúvidas sobre a eficácia do Pilates para quem sofre com sequelas da poliomielite, deixe um comentário abaixo. Até mais!

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